Uma das principais maneiras da qual dispomos para minimizar o efeito da assimetria de informação dentro do ambiente regulado está na transparência desse processo, bem como no compartilhamento adequado de todas as informações disponibilizadas, interpretadas ou não.

A transparência, para não dizer lisura, do processo tem sido alvo de constantes questionamentos da sociedade, seja por intermédio de parlamentares, seja por intermédio de entidades de classe. Entretanto, até o momento foram poucos os reflexos de toda essa movimentação, mesmo que de extrema importância no atual cenário (afinal, alguém já conseguiu reaver o dinheiro tomado pela concessionária??).

O que precisa ser feito agora é investirmos também no compartilhamento dos caminhos que podem nos levar de maneira tecnicamente segura a uma posição que force a concessionária a nos respeitar como cidadãos.

A sustentação jurídica de uma tese vencedora não poderá ser calcada em recortes de jornal, existem documentos públicos disponibilizados pela CVM como as Atas, Comunicados ao Mercado, Aviso aos Acionistas, assim como no próprio site da concessionária onde é possível acompanhar o balanço e perceber o retorno que ela teve com as tarifas majoradas (reparem na evolução da receita líquida).

Porém, a parte que definitivamente assegurará o início das discussões é o cálculo do crédito do cidadão e esse poderá ser obtido de forma tecnicamente sustentável por meio do acesso ao site www.economiaefinancas.org.br. e também entendendo um pouco mais do caso com o vídeo

Balanço da ENERSUL 2007